1 min de leitura·24 de junho de 2026

Histórias de diversidade marcam a Copa do Mundo da diáspora

A Copa do Mundo de 2026 tem sido marcada por histórias de jogadores com dupla nacionalidade, que escolheram representar países diferentes de onde nasceram. O sueco Yasin Ayari, por exemplo, pediu desculpas após marcar contra a Tunísia, país ligado à sua família. Casos como o dele não são isolados: cerca de um quarto dos atletas do torneio nasceu fora das nações que defendem. Seleções como Marrocos e Curaçao exemplificam esse fenômeno, com forte presença de jogadores da diáspora. Há também histórias de irmãos defendendo seleções diferentes e trajetórias de imigração marcantes, como a de Nestory Irakunda. A Fifa flexibilizou regras para permitir mudanças de seleção em certos casos, aumentando ainda mais essa diversidade. Grandes nomes, como Declan Rice, Jamal Musiala e Michael Olise, simbolizam essa pluralidade de origens, mostrando como a globalização influencia o futebol internacional. O post Histórias de diversidade marcam a Copa do Mundo da diáspora apareceu primeiro em Gazeta Esportiva .


Posts relacionados